Casamento, um dom de Deus

"O que acha uma esposa acha o bem, e alcançou a benevolência do Senhor." (Provérbios 18.22)
A igreja é chamada de "noiva do Senhor". O Senhor Jesus é o "noivo". Essa linguagem é típica da vida familiar. O que há de mais importante após a conversão é a cosntituição da família. Assim como a família do homem de Deus é a base da obra de Deus, o seu casamento também é a base de sua família. Nada pode ser mais importante para o homem de Deus do que a escolha de sua futura esposa e mãe de seus filhos: ela tem de ser tanto de Deus quanto ele. Para tanto, em primeiro lugar, o homem de deus deve procurar e achar uma moça cuja belza esteja primeiro no seu coração.
A união mulher-homem tem também a finalidade de procriar filhos. A diferença existente entre o homem e mulher é um dom de Deus pois permite a união física e a procriação. A possibilidade da sua união matrimonial é uma bênção. No Novo Testamento, em Mateus 19.3-7, o Senhor Jesus confirma a importância do casamento. O Senhor Jesus realça o casamento como dom de Deus e também como responsabilidade humana.
Paulo relaciona a união marido-mulher à união profunda existente entre Cristo e Sua Igreja. Quem ama verdadeiramente quer partilhar com o ser amado sua vida, suas alegrias, suas angústias. Quer construir, quer participar na criação contínua de Deus através da vida em comum, do matrimônio. Quem ama quer permanecer junto. Quem ama quer assumir a si mesmo e ao outro.
Se o casamento é puro ato de amor, não há sentido em dizer que é uma instituição falida. É lógico que não há necessidade de fazermos a defesa do casamento. Se a união homem-mulher for encarada apenas do ponto de vista formal, jurídico, institucional, exatamente por não partir de uma base sólida é que, talvez, esteja mesmo em falência. O alcance social do pecado danificou todas as manifestações humana. No entanto, vale a pena opor a esta situação a situação verdadeiramente cristã e humana no casamento.
"O amor é paciente, é benigno, não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta, o amor jamais se acaba..." (1 Coríntios 13.7-9)

 

 

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